agosto 07, 2017

Universidade Estadual do Piauí desenvolve projeto em comunidade quilombola

A Universidade Estadual do Piauí em parceria com o Centro de Ciências da Saúde (FACIME) e a Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade (RMSFC) realizou, nos dias 03 e 04 deste mês, na comunidade de Custaneira, localizada na cidade de Paquetá – PI, o terceiro encontro de estudantes para trabalhar educação em saúde, cidadania e ação social. 
Alunos e Comunidade Quilombola 
O projeto, firmado através da parceria com povoados quilombolas da região, busca, sobretudo, a articulação do tripé ensino – pesquisa – extensão, base sólida para o bom desenvolvimento da universidade. Ministrado pelo professor doutor e Pró-Reitor de Finanças da UESPI, Paulo Henrique Pinheiro, o projeto faz parte da disciplina de parasitologia, lecionada pelo mesmo e dessa vez, tratou especialmente da doença de chagas, um problema fortemente presente na região. 

Além dos residentes, alunos do curso de medicina e enfermagem também acompanharam a ação e puderam desenvolver a prática de perto. Segundo Paulo Henrique, as atividades executadas foram divididas por grupos que ficaram responsáveis por fazer uma triagem, com a aplicação de um questionário aos presentes e em seguida a isso, o colhimento de material para análise que será levado para Teresina, analisado e catalogado da seguinte forma: quem possui a doença, quem tem resposta imune e quem não possui. 

O professor disse ainda que a ação consiste também na captura do barbeiro, inseto responsável pela transmissão da doença e análise deste através de um grupo de pesquisadores entomologistas. Depois disso, baseando-se em um mapa georeferencial da região, será marcado as casas em que foram encontradas o barbeiro e qual a espécie do mesmo.  

Vinicius de Oliveira, professor e membro do projeto, falou da ideia de trazer uma ação como esta para dentro de uma comunidade quilombola e a experiência em vivencia-la, proporcionando também essa vivência aos alunos. Segundo ele, “a nossa ideia principal é estar compartilhando saberes, não em uma perspectiva de tutela, mas em uma perspectiva de informação para que eles mesmos possam estar cuidando de si e ajudando neste processo”, afirmou.   

O odontólogo e residente Wenderson Amaral, falou acerca do projeto e seus pontos positivos tanto para os estudantes, quanto para a comunidade e a universidade como um todo. De acordo com ele, “na verdade, a gente entende como uma troca de experiências. A universidade tem esse papel junto com a sociedade de levar conhecimento, até porque é a sociedade quem contribui e financia a educação e de alguma forma, nós devemos satisfação às pessoas. Trata-se de uma via de mão dupla, na medida em que temos o retorno daquilo que fazemos”, disse Wenderson. O estudante ainda deixou claro seu desejo em que fique o conhecimento pra todos aqueles que puderam fazer parte dessa vivência. 

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agosto 06, 2017

Estudantes de Educação Física realizam apresentações de dança na UESPI

Por: Fabiana Santos

Os acadêmicos do V período do curso de licenciatura em Educação Física da Universidade Estadual do Piauí - campus professor Barros Araújo promoveram, na noite da última sexta-feira (04), no espaço da quadra poliesportiva da instituição, a III Apresentação de Dança: Volta ao mundo.
Professora Renata e alunos
Para concluir o semestre letivo de 2017.1, a professora da disciplina  de dança escolar Renata Batista, juntamente com os estudantes, organizaram apresentações de dança de variados estilos, desde a Valsa, Forró, Dança Afro até o Samba, segmentos mais conhecidos em nossa tradição, bem como trouxeram danças que mexeram com a curiosidade de quem estava presente e nunca tinha assistido, como é o caso da Dança Indiana, Dança Chinesa e ainda o Carimbó, dança tradicional da região norte do país, principalmente no estado do Pará.

A professora Renata Batista destacou a relevância do ensino da dança para os acadêmicos de Educação Física, por ser uma atividade relacionada às atividades rítmicas e expressivas. Segundo ela, “o estudante do curso de licenciatura em Educação Física deve conhecer este conteúdo, vivencia-lo para que possa, posteriormente, trabalhar a dança como conteúdo da Educação Física escolar”, afirmou Renata. 

Renata mencionou ainda a falta de execução desse conteúdo no ambiente escolar, mesmo com os benefícios positivos da dança para melhorar a expressão do corpo, a consciência corporal, a autoconfiança e a interação social, por isso a necessidade em fazer com que os estudantes estejam aptos para trabalhar a dança na vida profissional.

Anajara Nogueira, acadêmica do V período, ressaltou que a dança é uma arte complexa, pois envolve o trabalho do corpo e da mente, sendo assim a importância dos estudantes, enquanto futuros profissionais, ter a oportunidade de experimentar e aprender novas técnicas de exercícios físicos, podendo adaptar para idades e níveis de desenvolvimentos diferentes.                        

Ela enfatizou ainda o incentivo da dança como meio de inclusão, prevenção e divertimento, trabalhando a saúde como um todo. Anajara destacou a importância do evento para os acadêmicos de Educação Física, afirmando que “esse evento serviu para entendermos como funciona a organização de um espetáculo, nos ensinou a trabalhar com as individualidades de cada um e a conhecer as diversas culturas da dança em cada lugar do mundo”, finalizou a estudante. 

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* Fotos por: Alunos do V período









                     

agosto 04, 2017

Centro Acadêmico de Pedagogia da UESPI realiza I Ciclo de Debates Educacionais

Aconteceu, na noite desta quinta-feira (03), no auditório da Universidade Estadual do Piauí – campus professor Barros Araújo, o I Ciclo de Debates Educacionais da UESPI. O evento, organizado pelo Centro Acadêmico Professora Doutora Maria Carmen Bezerra Lima, do curso de licenciatura em Pedagogia, contou com uma participação especial de Caroline Pacheco, cantora e estudante da instituição e teve como principal objetivo, debater a Base Nacional Comum Curricular e a Reforma do Ensino Médio. 
Professores e Comissão Organizadora do I Ciclo de Debates
A mesa redonda, que abordou as consequências do novo currículo formulado para as escolas brasileiras e as mudanças do médio para as crianças e adolescentes ainda em processo de formação escolar através de uma reforma proposta, foi composta pelos professores Napoleão Marcos, Maria Carmen Bezerra, Edna Moura e Thaizi Helena e contou com a participação de alunos e docentes de cursos variados da universidade, sobretudo, os da área da licenciatura, maiores interessados na temática abordada. 
Mesa Redonda
A estudante e diretora geral do Centro Acadêmico Tamires Barros, falou da ideia de proporcionar um diálogo com a comunidade acadêmica acerca da necessidade de se debater a reforma do ensino médio e a base comum curricular proposta para as escolas do país. Segundo ela, “a ideia do evento surgiu da carência que sentimos de trazer discussões que estão a toda intensidade na sociedade, tendo em vista que essas reformas já foram aprovadas, com exceção da Base Nacional Comum Curricular, que está em andamento. Nós, futuros educadores, teremos que estar preparados em breve para lidar com essas mudanças que serão realidade nas instituições educacionais”, disse Tamires. 

O debate gerou dúvidas entre os participantes acerca das alterações pelas quais as escolas irão passar com a reforma do ensino médio e caso um novo currículo seja imposto. Através de perguntas lançadas aos professores da mesa, esses participantes puderam interagir e buscar respostas para as questões em aberto. 

A professora doutora Maria Carmen Bezerra explicou a importância de se discutir as mudanças pelas quais o ensino médio irá passar no contexto atual em que vivemos. Segundo Carmen, “a principal importância está no fato de que, a medida em que a gente possibilita esses debates, estamos oportunizando as pessoas a se apropriarem um pouco mais das implicações que a reforma do ensino médio irá trazer para a educação brasileira como um todo, principalmente para o jovem, prestes a ingressar no ensino médio e buscamos, através dessa conversa, refletir de que forma isso irá impactar na vida das pessoas, sobretudo, a camada mais pobre da população que é quem de fato, irá sentir os efeitos dessa reforma”, explicou ela. 
Equipe palestrante do I Ciclo de Debates
Ao final do evento, os presentes receberam certificados de participação com carga horária de 5 horas-aula. 

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julho 29, 2017

Curso de Pedagogia da UESPI promove terceira edição do Café Inclusivo

Por: Fabiana Santos

A terceira edição do Café Inclusivo aconteceu na tarde desta sexta-feira (28), na Universidade Estadual do Piauí - campus professor Barros Araújo. O evento é uma parceria do Grupo de Estudos em Educação Inclusiva com os cursos da universidade e dessa vez, a temática abordada foi Educação Física e Inclusão: Um movimento possível.
Participantes do III Café Inclusivo
O projeto é coordenado pelas professoras Fabrícia Gomes e Kátia Moura e tem como objetivo, promover discussões sobre a inclusão escolar e social. Nessa edição, o curso de Educação Física ficou responsável pela discussão de temas importantes acerca da inclusão, sendo mediado pelas professoras Nélida Amorim da Silva, Renata Batista dos Santos Pinheiro e Patrícia Ribeiro Vicente.

O encontro iniciou com apresentações de vídeos reflexivos sobre o tema e seguinte a isso, a professora mestre Patrícia Ribeiro deu continuidade mostrando a evolução da sociedade no que envolve o estudo para inclusão na área física de pessoas portadoras de necessidades especiais. 
Patricia Ribeiro, professora mestre do curso de Educação Física
Para exemplificar a vivencia na sala de aula com crianças portadoras de necessidades, a professora Nélida Amorim deixou sua palestra por conta dos alunos para que eles compartilhassem as experiências do primeiro estágio em turmas com criança especiais. 
Professora Nélida Amorim
A acadêmica Anajara Nougueira do curso de Educação Física, falou dos desafios enfrentados durante o estágio para exercitar a inclusão entre todos os alunos independente de possuírem ou não alguma deficiência. Ela ressaltou a importância de abrir a discussão da inclusão para todos os cursos da UESPI, afirmando que “reunir os cursos para trabalhar juntos em prol do mesmo bem, fazer essa interação e saber o que cada um está fazendo dentro seu curso para a formação de profissionais que irão atuar nessa área é de suma importância para que possamos manter uma parceria no ensino”, disse ela.

Renata Pinheiro, mestre no campo da Educação Física, destacou em sua palestra, o uso de dinâmicas para socializar e interagir, mostrando diversas maneiras de trabalhar a inclusão por meia de músicas e danças, oferecendo maior integração, fazendo com que aconteça essa relação social entre as pessoas com necessidade e a sociedade como um todo.
Renata Pinheiro, professora do curso de Educação Física
O evento contou com a presença de acadêmicos do curso de Letras/Libras, da Universidade Federal do Piauí. Também participaram os estudantes de Pedagogia - modalidade PARFOR, da UESPI de Valença do Piauí, que foram convidados pela professora Fabrícia, ministrante da disciplina de educação especial e que viu no encontro do Café Inclusivo, a pertinência da temática para agregar conhecimento a esses futuros profissionais da Educação.

Fabrícia Gomes, professora e idealizadora do projeto também mencionou a necessidade de ampliar a discussão do tema dentro da universidade, mostrando que a inclusão está em todas as relações sociais e que precisa realmente ser colocada em prática.
Professora Fabrícia Gomes

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julho 27, 2017

Estudantes da UESPI apresentam peças teatrais adaptadas

Por: Fabiana Santos

Os acadêmicos do terceiro período do curso de licenciatura em Educação Física da Universidade Estadual do Piauí - campus professor Barros Araújo, realizaram, nessa quarta-feira (26), no auditório da instituição, encenações de peças teatrais infantis adaptadas.
Professora e acadêmicos em encenações de peças infantis

Os espetáculos tinham como objetivo, trabalhar a prática pedagógica voltada para o ensino infantil, enfatizando as artes cênicas e inserindo dentro das histórias, reflexões acerca da importância do respeito, companheirismo, perdão, entre outros. Foram apresentados pelos estudantes, as peças baseadas nas histórias de Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, Joãozinho e Zezinho e os Saltimbancos.

A professora da disciplina Nélida Amorim, acrescentou que a atividade desenvolvida no evento será também levada pelos estudantes às escolas públicas do município de Picos, dando a oportunidade das crianças participarem desse ensino diferenciado.
Professora Nélida Amorim

A estudante Luana Cristina ressaltou a escolha de encenar a peça teatral da Chapeuzinho Vermelho adaptada para a temática de higienização bucal. Segundo ela, “é uma forma de alertar as crianças em relação a saúde da boca através do lúdico, porque as peças são expostas de uma forma divertida, que chamam a atenção deles”, disse Luana.

Uma das apresentações teve como foco, o resgate da peça Saltimbancos, onde o grupo responsável pela encenação destacou a importância do cuidado e respeito para com os animais. Marcos Vinicius, acadêmico do terceiro período de Educação Física e idealizador da apresentação, mencionou que “a ideia principal da peça é ensinar as crianças a importância de respeitar não só os animais, mas também o próximo”, disse Marcos.  

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