junho 05, 2017

Curso de Iniciação Teatral é realizado na UESPI de Picos

A Universidade Estadual do Piauí – campus professor Barros Araújo, realizou, nos dias 01 e 02 de junho, o curso de iniciação teatral para alunos da instituição e comunidade em geral. As oficinas, ofertadas pela Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários e pelo PARFOR foram ministradas pelo professor Moisés Chaves.
Professor Moisés e participantes do curso de iniciação teatral 
Os participantes tiveram o primeiro contato com o teatro e suas técnicas através dos ensinamentos repassados pelo professor. As oficinas, que ocorreram das 08:00h às 18:00h durante os dois dias de execução, permitiram aos alunos trabalhar o corpo, a mente e a flexibilidade. 

O professor e ministrante, Moisés Chaves, falou sobre suas expectativas para com o curso e ressaltou a importância de trabalhar o teatro dentro da universidade. Segundo ele, “minhas expectativas em relação ao curso de teatro são as melhores, visto este ser fundamental para qualquer profissão e está em todos os lugares onde menos imaginamos. O teatro não está relacionado apenas ao espaço físico, mais sim, as relações humanas”, disse ele.
Roda de conversa pra falar sobre teatro 
No tocante a isso, a UESPI vem possibilitando a entrada do teatro nos campus da instituição por tratar de um elemento fundamental que atua também como componente de extensão de diversas áreas. Moisés Chaves destacou ainda o seu desejo de ser formado e implementado no campus de Picos, um corpo de teatro que atue também como projeto de extensão. 

O acadêmico do curso de educação física, Marcos Vinicius, ressaltou a relevância do teatro enquanto forma de aprendizagem e o seu interesse em trabalhar essa arte. “O teatro é uma expressão corporal e tudo que fazemos nos expressamos. O que acontece é que, muitas vezes, uma forma de expressar acaba agradando ou desagradando determinada pessoa. E o teatro é a melhor maneira de trabalhar essa isso”, falou Marcos.  

O diretor do campus, Evandro Alberto de Sousa, destacou a importância de cursos como este serem realizados na instituição e aproveitou o ensejo para parabenizar o professor Moisés e os cursistas. O curso, que está em sua primeira edição, encerrou com um coffe-break e ao final, ofertou aos participantes um certificado com carga-horária de 20h expedido pela PREX. 
Professor Moisés e participantes do curso de iniciação teatral 

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junho 01, 2017

UESPI de Picos sedia I Café Inclusivo

Aconteceu, na noite desta quarta-feira (31), na Universidade Estadual do Piauí – campus professor Barros Araújo, o I Café Inclusivo. O evento, organizado pelo Grupo de Estudos em Educação Inclusiva (GEEI) e coordenado pelas professoras do curso de pedagogia Fabrícia Gomes e Kátia Moura, tem como objetivo, dialogar sobre inclusão escolar e social em uma perspectiva interdisciplinar. 

Participantes do I Café Inclusivo 
O projeto, que tem certificação emitida pela Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX), acontece uma vez por mês e se estende até dezembro. Cada encontro será mediado por um curso da instituição que dialogará sobre assuntos pertinentes a inclusão, voltado, sobretudo, para a área da educação especial. 

A professora e idealizadora do Café Inclusivo Kátia Moura, falou sobre a imprescindibilidade de se conversar sobre inclusão. Segundo ela, “inclusão é um tema que está sendo debatido constantemente e mesmo com muito debate, ainda é desafiador. A nossa intenção é disseminar o fato de que a inclusão tem que ser social. Então se ela é social, o ideal é que cada um reconheça a sua importância na disseminação desse conhecimento”, disse ela.
Professoras Kátia Moura e Fabrícia Gomes
O primeiro encontro teve como mediador, o curso de comunicação social, representado pelo coordenador Edvan Luiz da Silva e contou com a participação da Associação Beneficente Anjos da Esperança. A ABAE é uma instituição que atende crianças com todos os tipos de deficiência, na cidade de Jaicós – PI e surgiu mediante a dificuldade de cuidar e tratar essas crianças, estendendo o auxílio também às pessoas que não tem condições.

A representante da Associação Katiucia Dantas, destacou a necessidade do debate acerca da inclusão. “É um tema pouco conhecido, mas já vem sendo discutido e abordado. O importante é levar ao conhecimento das pessoas aquilo que elas não têm, além de proporcionar essa oportunidade de saber como é de fato, a vida e o cotidiano de uma pessoa com deficiência”, falou Katiucia.  
Katiúcia Dantas, representante da ABAE 
O projeto Café Inclusivo continua e no mês seguinte, o segundo encontro terá como mediador, o curso de enfermagem e a temática do atendimento a pessoa com síndrome de down. A ideia, ao discutir esse tema, é sensibilizar e fazer com que cada um perceba como colaborar, além de procurar diminuir os estigmas existentes e disseminar conhecimentos a respeito da inclusão. 

O diretor da instituição Evandro Alberto de Sousa, falou sobre obrigação de se discutir a inclusão dentro da universidade e aproveitou a oportunidade para parabenizar os organizadores e participantes do evento. Segundo ele, “a partir do momento em que o curso de pedagogia se reúne e os professores lançam o desafio que é discutir a inclusão com cada curso, trazendo o público dessa inclusão e mostrando o trabalho que é desenvolvido, o papel da universidade está sendo cumprido”, disse ele. 
  
Mesa de Honra do I Café Inclusivo

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